O suicídio refere-se a um desejo particular da pessoa
desistir de viver, que pode ser provocado por uma situação de elevado sofrimento
com causas reais, como a existência de doenças cronicas e incapacitantes
(diabetes, doenças pulmonares, cancro, doenças cardiovasculares, etc.) ou ter origem em problemas psíquicos,
como os transtornos de humor (depressão, doença bipolar) ou as psicoses (alterações
profundas da realidade, como a esquizofrenia paranoide). Estas enfermidades poderão
ter aspetos ainda mais negativos, quando associadas ao consumo de substancias
nocivas a saúde, como o álcool, o tabaco e as drogas, podendo potenciar a existência
de comportamentos suicidas.
Estudos de investigação de Fleischmann, et. al. (2008) referem que no ano 2002 cerca de 877.000 mortes foram devidas a suicídio, a maioria dos quais (85%) ocorreram em países em baixos e médios recursos económicos. As tentativas de suicídio podem ser ate quarenta vezes mais frequentes do que as efetivamente finalizadas. Muitos das pessoas que tentaram o suicídio necessitaram de cuidados médicos e estão em alto risco de o concretizarem. Os ferimentos autoinfligidos representaram 1,4% da carga global de doenças em 2002 e espera-se que aumente para 2,4% em 2020.
Nesse sentido, o tratamento e prevenção da doença são conseguidos pela avaliação clinica do doente, feita por um profissional ligado a área da saúde mental. Geralmente, um psiquiatra executa um diagnostico a situação da pessoa e administra os procedimentos (médicos e psicoterapêuticos) ao estabelecer uma relação entre todos os condicionalismos (individuais, sociais, familiares e ambientais) que possam constituir a causa da intenção suicida, para posteriormente desenvolver um plano terapêutico.
Na origem desta patologia estão geralmente envolvidos
diversos fatores culturais, sociodemográficos ou económicos, assim como acontecimentos
traumáticos, entre outros. O homem, por natureza, necessita de viver em
sociedade, o que contribui para uma maior incidência do suicídio na velhice.
Uma progressiva diminuição da rede de suporte informal do idoso, formada por
amigos, familiares e colegas de trabalho, leva-o a ver o suicídio como a única solução
para a situação de isolamento e solidão em que se encontra. Nessa perspetiva, é
necessaria a implementação de medidas para prevenir o suicídio, como o apoio domiciliário,
a formação de grupos de autoajuda, um maior apoio das equipas
multidisciplinares as famílias, no
sentido de melhorarem a sua relação com os idosos, e a criação de espaços de
lazer, onde as pessoas possam praticar dança, conversar, ouvir musica, fazer
novas amizades e serem inseridas na vida comunitária.Estudos de investigação de Fleischmann, et. al. (2008) referem que no ano 2002 cerca de 877.000 mortes foram devidas a suicídio, a maioria dos quais (85%) ocorreram em países em baixos e médios recursos económicos. As tentativas de suicídio podem ser ate quarenta vezes mais frequentes do que as efetivamente finalizadas. Muitos das pessoas que tentaram o suicídio necessitaram de cuidados médicos e estão em alto risco de o concretizarem. Os ferimentos autoinfligidos representaram 1,4% da carga global de doenças em 2002 e espera-se que aumente para 2,4% em 2020.
Nesse sentido, o tratamento e prevenção da doença são conseguidos pela avaliação clinica do doente, feita por um profissional ligado a área da saúde mental. Geralmente, um psiquiatra executa um diagnostico a situação da pessoa e administra os procedimentos (médicos e psicoterapêuticos) ao estabelecer uma relação entre todos os condicionalismos (individuais, sociais, familiares e ambientais) que possam constituir a causa da intenção suicida, para posteriormente desenvolver um plano terapêutico.
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